Lista de simpósios aprovados

1 - Partos, maternidades e aborto

Coordenação:
Rosamaria Carneiro (Universidade de Brasília (UnB), Brasil)
Natalia Mangone Aleman (Universidad de la Republica de Uruguay (UDELAR), Uruguay)

Resumo:
La posibilidad de respetar los derechos sexuales y reproductivos de las personas se ve jaqueada /tensionada por el auge de las políticas neoconservadoras em toda América Latina, como bien ilustra el documento
Género bajo ataque (2019). En este Simposio pretendemos discutir sobre políticas de salud pública y el embate neoconservador religioso en el marco del respeto o no de los derechos sexuales y reproductivos que afectan directamente a las mujeres. A ideia é mapear tais retrocessos, mas também as resistências a eles, no que tange à legalização do aborto – como se viu na Argentina; ao aborto legal – como se viu em Brasil,; assistência ao parto e violência obstétrica em toda América Latina. Nesse sentido, esperamos trabajos de investigación y de reflexión que contornem tais temáticas. Nos interesa además, visualizar estos problemas a la luz de la interseccionalidad, es decir teniendo en cuenta la clase, lo étnico racial, experiencia de personas no heteronormativas, y la discapacidad. De forma a pluralizar e complexificar o debate e a ideia de mulheres afetadas e/ou envolvidas em tais processos sociais.

 

2- Reflexiones en torno a las llamadas nuevas masculinidades 

Coordenação:
Norma Fuller (Pontificia Universidad Católica del Perú)
José Olavarría (Universidad Academia Humanismo Cristiano, Santiago de Chile)

Resumo:
El debate sobre las identidades de genero está remeciendo gran parte del mundo contemporáneo, ejemplo de ello se observa actualmente en países como Brasil, Chile, Perú, etc. donde el género se entiende de maneras y posiciones muy variadas. Desde quienes propician una noción unilateral de familia basada en la matriz heterosexual y la autoridad del Pater, hasta las demandas de quienes cuestionan el modelo sexo genero binario. Dentro de este contexto, las llamadas masculinidades hegemónicas están al centro de debate sea para reafirmarlas o para exigirles revisar sus supuestos. Con base a esto, proponemos para este Simposio Temático profundizar la reflexión sobre las masculinidades y los desafíos o cambios que implica la creciente presencia de las identidades no normativas y de la crítica feminista.

 

3 - Educação, gênero e sexualidades em contexto de ataque neoconservador

Coordenação:
Mareli Eliane Graupe  (Programa de Mestrado em Educação na Universidade do Planalto Catarinense, Lages, SC, Brasil).

Neiva Furlin (Programa de Mestrado em Educação na Universidade do Oeste de Santa Catarina, Brasil). 

Resumo:
Este Simpósio Temático possui como objetivo discutir gênero e sexualidade no campo educacional e a sua importância como ferramenta de resistência em um contexto de retrocessos protagonizado pelas forças políticas neoconservadoras.   Considera-se que o campo educacional é um espaço fundamental para o questionamento de práticas etnocêntricas, heterossexistas, machistas, sexistas, racistas e, assim como um espaço para a construção de práticas pedagógicas justas e equitativas. Privilegia-se trabalhos com caráter interdisciplinar que abordam temáticas como gênero, sexualidades, violências, LGTfobia, gênero e formação de professoras/es, políticas públicas e práticas pedagógicas. Aceita-se trabalhos resultantes de pesquisa e extensão (em andamento ou concluídas) com foco na educação básica, ensino superior e em movimentos sociais. Os processos de reflexão são ferramentas de resistência e de luta por uma educação que promova relações equitativas de gêneros e o reconhecimento da diversidade sexual, de gênero, étnica, bem como a promoção e garantia dos direitos humanos na sua integralidade e universalidade, tornando possível a construção de relações justas e democráticas.

 

4 - Dissidências de gênero e sexualidade nas literaturas de Língua Portuguesa e Espanhola 

Coordenação:
Helder Thiago Maia  (Programa de Pós-graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP), Brasil).

Mário César Lugarinho  (Universidade de São Paulo (USP), Brasil)
Edson Salviano Nery Pereira (Programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP), Brasil) 

Resumo:
Neste simpósio, estamos interessados em perspectivas críticas que abordem a literatura, a crítica, a historiografia e a teoria literária de língua portuguesa e/ou espanhola a partir de uma perspectiva queer. Nesse sentido, estamos interessados em abordagens que dialoguem com textualidades queer, mas principalmente com abordagens que problematizem o cânone literário, o cânone da crítica, o cânone da historiografia e o cânone da teoria literária de língua portuguesa e/ou espanhola. Estamos interessados, portanto, em fazer novas perguntas a velhas questões, o que permitiria, talvez, fazer falar subalternidades que o cânone não foi capaz de ouvir, ou fez questão de silenciar. Entendemos que o queer aqui só adquire sentido na sua relação com a norma, como aponta David Halperin (2000), designando aquilo que não condiz com o normal, o dominante, o legítimo, e, da mesma forma, não delimita uma positividade, mas uma posição dissidente em relação à norma. Assim, estamos interessados em leituras críticas queer. Queerizar, portanto, é verbo, é ação de relativizar olhares pré-estabelecidos sobre objetos para colocá-los em deriva, desestabilizando os lugares que confortavelmente ocupam na cultura. Queerizar o cânone literário de língua portuguesa e espanhola é, portanto, não só desestabilizar o cânone literário, relativizando os lugares que determinadas obras ocupam na cultura, revendo posições de visibilidade e invisibilidade, mas é também contaminar a crítica, a teoria e a historiografia literária com os estudos queer, fazendo-as fracassar naquilo que têm de autoritária, colonizadora, binária e patologizante, no que se refere não só aos gêneros e sexualidades, mas também a outros marcadores sociais da diferença. Nosso Simpósio, portanto, apostando na potencialidade crítica da teoria queer, mas também nos Estudos subalternos e decoloniais, com base em uma perspectiva interdisciplinar, pretende rever hierarquias, naturalizações, invisibilidades e colonialidade de gênero.

 

5 - Turismo y diversidad sexual

Coordenação:
Rafael Cáceres Feria (Departamento de Antropología Social, psicología Básica y salud Pública de la Universidad Pablo de Olavide de Sevilla, España)

Ricardo Lanzarini (Departamento de Turismo - DETUR/CCSA da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Brasil)
Isadora Lins França (Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas – (UNICAMP), Brasil)

Resumo:
Hasta hace unas décadas hablar de turismo y sexualidad era hacer referencia a un único fenómeno, el denominado
turismo sexual, una actividad denostada asociada al comercio del sexo. Cualquier intercambio sexual entre un viajero procedente de un país desarrollado y un local del denominado “tercer mundo, se interpreta como una forma de explotación. Sin embargo, la relación entre viaje y sexualidad es mucho más compleja. Esta complejidad ha ido saliendo a la luz a medida se ha ido difuminando el arquetipo del turista sexual y se ha comenzado a contemplar, primero, la sexualidad de las mujeres occidentales heterosexuales durante sus vacaciones y, posteriormente, en la década de los noventa del siglo pasado, las mujeres y hombres homosexuales que viajan con el mismo fin. El creciente interés por el calificado como turismo gay se ha centrado mayoritariamente en los aspectos económicos, vinculados al mercado, pero el debate no se agota aquí, sino que permite plantear numerosas cuestiones de gran interés sobre turismo y diversidad sexual: el significado de este turismo para gays, lesbians, transexuales…, la preferencia de los miembros de los colectivos LGTBIQ+  por destinos donde pueden relacionarse abiertamente; la relación entre turismo e identidad sexual y de género, el papel de esta actividad en la construcción y reafirmación de la identidades; la importancia del desplazamiento a otros lugares como una forma de liberación de ambientes heterosexistas, que facilita las relaciones con otras personas, en un con texto liminar;  el turismo como una forma de globalización de las sexualidade.

 

6 - Sexualidades, cuerpos y género en el espacio público

Coordenação:
Octavio Sancen (
UNIVERSIDAD PABLO DE OLAVIDE, DE SEVILLA)
José Antonio Langarita (Universidade de Girona, Espanha)
Laura Recalde Burgueño (Universidad de la República, Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Uruguay) 

Resumo:
El espacio público está sujeto a diferentes formas de ordenación social. Uno de los ejes de regulación está relacionado con el control sobre la sexualidad, el género y el cuerpo de lxs sujetxs que lo habitan. En este sentido, quienes no cumplen con los estándares normativos son objeto de rechazo, estigma y violencia. Las vidas de disidentes sexuales, corporales y de género no se pueden reducir únicamente a las formas de violencia de las que son objeto, ya que existen un sinfín de experiencias que a lo largo de la historia han dado forma a espacios de placer y goce, de construcción de comunidad, de generación de discursos y acción política. En definitiva, espacios de resistencia que han resignificado la sexualidad, el género y el cuerpo para hacerlos más plurales, diversos y vivibles. Los Estados han jugado un papel crucial en la configuración del nuevo orden social, sexual y corporal. Sus irrupciones pueden observarse en la inclusión de nuevos derechos de poblaciones históricamente relegadas por su orientación sexual y/o identidad o expresión de género. En este sentido, el espacio público también es un campo de confrontación poliédrico con múltiples actores, significados, discursos y prácticas. En el espacio público se construyen políticas identitarias que tienen por objeto generar cohesión grupal a través de la instauración de normas sexuales, de género y corporales de referencia. Tanto el sexo, como el género y las corporalidades están mediadas por los contextos sociales y son hechos políticos. No puede existir una sexualidad, un género y una corporalidad privada, ya que el control sobre el sexo, el género y el cuerpo opera tanto en el espacio público como el privado. Esta forma de concebir lo público y lo privado como coexistentes e indivisibles se hace evidente si analizamos las trayectorias afectivo-sexuales de las personas que no responden a las lógicas heteropatriarcales. Con este planteamiento queremos hacer de este simposio una oportunidad para reflexionar sobre qué lugar tienen esos espacios pero también qué alianzas, estrategias y diferencias plantean las disidencias sexuales respecto al espacio público. Qué tenemos para decir desde estos lugares en torno a generar conocimiento situado (Haraway, 1995) y desde la práctica investigativa. Qué oportunidades, retos y desafíos nos plantean los clivajes globales actuales con nuevos movimientos conservadores en torno a la politización de las disidencias sexuales y cómo estos corrimientos se ven reflejados en los espacios públicos contemporáneos.

 

7 - Direitos sexuais e reprodutivos: as respostas do Estado, os movimentos sociais e as reações de grupos conservadores na Ibero-América 

Coordenação:
Naara Luna (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Brasil)

Fátima Weiss (Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Brasil)
Marcelo Natividade (Universidade Federal do Ceará (UFC), Brasil) 

Resumo:
Fatos recentes nos cenários da política nacional e internacional indicam a emergência de discursos conservadores, com o respaldo e a participação de atores e instituições religiosas. Esses eventos colocam em perspectiva tensões e conflitos entre distintas moralidades, visões de mundo e esferas de influência, perpassadas por relações de poder que devem ser objeto de análise cuidadosa. Diversas controvérsias, tanto locais como internacionais, evidenciam tensionamentos nas fronteiras entre política e religião em diferentes sociedades. Os direitos sexuais e reprodutivos, mas também os ditos direitos humanos, com suas muitas questões e demandas estão no centro dos debates. A proposta deste simpósio é lançar um foco de luz sobre tais dimensões, de modo a refletir sobre os nexos entre debates globais e como eles repercutem em contextos locais, a partir de trabalhos que coloquem em destaque as respostas das tradições, grupos e instituições religiosas e estatais às lutas sociais contemporâneas, considerando os entrecruzamentos com os discursos e aparatos científicos e legais. 

 

8 - Políticas públicas para la equidad en tiempos del negacionismo: erradicando desigualdades a contracorriente 

Coordenação:
Patricia Rosalba Salvador Moura Costa (Universidade Federal de Sergipe (UFS), Brasil)

María J. Marco-Macarro (Universidad Pablo de Olavide, España)

Resumo:
En tiempos de actores políticos amantes del “closet” y doctrinas religiosas reintroducidas en las escuelas, es necesario afirmar los avances producidos en contextos internacionales sobre la sexualidad y la autonomía de las personas en relación a los derechos sexuales, diversidad, violencias de género, etnia, clase y muchos otros. És sabido que en muchos Países ha aumentado el reconocimiento en leyes y hubo estabelecimiento de políticas públicas que tratan de desigualdades por razón de género, la diversidad de condiciones e identidades, pero la emergencia de movimientos neoconservadores en América y Europa niega tanto la diversidad, como las desigualdades, frena avances y elimina estrategias y políticas para la equidad. Continuando lo iniciado en la edición de Congreso de la Red Liess, en México, este simposio focaliza en: 1) las propuestas políticas y estrategias para la equidad que buscan transformaciones en ámbitos de sexualidad, educación sexual, identidad sexual y de género, violencias machistas, salud reproductiva; 2) las estrategias de contrapolítica sexista que frenan hoy los avances, así como sus argumentos pseudocientíficos; y 3) las disidencias y resistencias que se esbozan desde administraciones, activismo feminista y LGBTQI+, instancias académicas.

 

9 - Gênero, saúde e sexualidade no contexto neoliberal e neoconservador na América Latina: estratégias de enfrentamento desde a antropologia

Coordenação:
Mónica Franch (Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Brasil)
Rozeli Porto (Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Brasil)
Felipe Fernandes (Universidade Federal da Bahia (UFBA), Brasil)

Resumo:
Nas últimas décadas, o avanço na pesquisa antropológica sobre as articulações entre gênero, saúde e sexualidade tem evidenciado problemáticas importantes no campo dos Direitos Humanos e fundamentais. Reflexões relacionadas à saúde sexual e reprodutiva de mulheres e homens, em suas várias orientações de gênero e sexualidade, têm provocado axs pesquisadorxs em um campo moral a pensarem no entrecruzamento desses direitos com diferentes marcadores sociais da diferença. Em que pesem as singularidades nacionais, tais problemáticas atravessam a região da América Latina, permitindo pensar em uma agenda convergente de interesses de pesquisa e intervenção. Essas questões se tornam urgentes num contexto hodiernamente sombrio, marcado por uma nova ofensiva neoliberal e neocolonial na região, que se apoia num discurso conservador de ataque aos direitos sexuais e reprodutivos. Em muitos países, os direitos relativos ao aborto, ao parto humanizado, o acesso a serviços de saúde para travestis e transexuais ou, ainda, a prevenção e tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, como o HIV/Aids, estão sendo cada vez mais ameaçados. Frente aos desafios impostos por essa conjuntura, a proposta deste simpósio é refletir sobre as estratégias teóricas, metodológicas e políticas que estamos desenvolvendo no cotidiano de nossas pesquisas em torno das questões de gênero, saúde e sexualidade. Os trabalhos podem girar em torno de temas como maternidade, aborto, HIV/Aids, tecnologias reprodutivas, diversidade sexual e transexualidade, e suas articulações entre gênero, classe, raça etc; relações e/ou conflitos com o Estado; fluxos de poder, influências políticas, morais e/ou religiosas.

 

10- Violencia de género y sexualidades 

Coordenação:
Alba Luz Robles Mendoza (Facultad de Estudios Iztacala, UNAM, México)
Belinda Piltcher Haber Maldelbaum (Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, Brasil)
Oliva López Sánchez (Facultad de Estudios Superiores Iztacala UNAM, México)

Resumo:
Se entiende a la violencia de género como todo acto de fuerza física, verbal o psicológica, dirigida a la mujer o niña, que le cause daño físico o psicológico, humillación o privación arbitraria de su libertad y que perpetúe la subordinación femenina, tanto si se producen en la vida pública como en la privada. La violencia de género sigue siendo una de las manifestaciones más claras de la desigualdad y relaciones de poder de los hombres sobre las mujeres, reforzado socioculturalmente por los estereotipos sexuales exacerbados, trascendiendo hacia la expresión de lo femenino y lo masculino dentro de la cotidianeidad, de ahí su importancia para su estudio, en las nuevas expresiones de las sexualidades diversas.

La extensión de nuevas transformaciones de lo femenino (transexuales, travestis, transgénero, drag queen, entre otras) ha permitido que la definición de la violencia de género sea ampliada como un tipo de violencia física o psicológica ejercida contra cualquier persona o grupo de personas sobre la base de su orientación o identidad sexual, sexo o género que impacta de manera negativa en su identidad y bienestar social, físico, psicológico o económico, pasando de ser una violencia estructural a un tipo de violencia basada y ejercida por la diferencia subjetiva entre los géneros. Es decir, las víctimas sufren violencia por el mero hecho de ser mujer o expresiones de mujer, de cualquier estrato social, nivel educativo, cultural o económico; siendo un problema de derechos humanos más que de sexos. Abordaremos en la simposia, resultados de investigaciones y análisis sociopolíticos en torno a este tipo de violencia, para su prevención, atención y disminución, en pro de proteger el derecho al libre ejercicio de la sexualidad.

 

11 - Políticas sexuais e de gênero em contextos neoconservadores: sexualidades e gêneros dissidentes e a luta por direitos 

Coordenação:
Jaime Barrientos (UAH - Chile)
Jose Ignacio Pichardo Galan (UCM - Espanha)
Leonardo Lemos de Souza (Unesp - Brasil)

Resumo:
O presente simpósio tem o propósito de reunir trabalhos que se debruçam sobre o debate das implicações e a luta contra as políticas neoconservadoras na América Latina e Europa que promovem ações contra os direitos da população LGBTI+ em diferentes contextos. A educação (universitária), o trabalho , a saúde, a assistência, a arte e a cultura são os campos de ação em que estas políticas neoconservadoras travam a batalha com as políticas sexuais e de gênero construídas nos últimos anos pelos movimentos sociais em aliança com alguns governos mais progressistas.  A reunião de pesquisas e intervenções que debatam e produzam conhecimentos necessários para analisarmos o quadro das origens, redes, discursos e práticas empreendidas, tanto das ações neoconservadoras, bem como das resistências empreendidas por grupos e movimentos, sociais, intelectuais e artísticos que se dedicam a produzir deslocamentos e rupturas com as hegemonias do discurso do exclusão e do extermínio dos direitos e da vida das pessoas LGBTI+.